O sol poente
Despede-se lentamente
Estrelas aparecem no silêncio.
(Rodrigo Siqueira - São Paulo/SP)
Vento rodeando a imensidão
Folhas caem sem destino noite a dentro..
(Adriana Zanatta)
Os minutos passam
as folhas tremem frias à noite
Secam lentamente.
(Karen Aniz - São Paulo/SP)
Asas abertas
Sombras e vultos se movem
Voo noturno.
(Rodrigo Siqueira)
Zumbidos que ecoam na noite
Murmúrios escondidos...
(Paula Aragão)
Luz do luar
Barulho de bicicleta
Capim que se quebra.
(Marina Farkas Bitelman - São Paulo/SP)
O cheiro da grama
Trazido pela brisa.
(Gustavo Molina - São Paulo/SP)
A chuva cai
Gota, nuvem, vento
Sobre tudo, a lua brinca.
(Celina Lerner)
Brinca com meus pensamentos
Pensamentos que se desprendem como as folhas sem destino.
(Kívia Fernades)
Vem, vento
Vem e vai
Bem devagar, a folha cai....
(Rodolpho Ramirez)
O silêncio das ruas me traz
profundas recordações
de meu tempo de criança
(Nelson Nolasco)
Lua, vem amenizar meu sofrimento
tranquiliza meu coração.... acalma meus pensamentos..
(Orchidea / anônimo)
Brinca comigo.
Brinca com a minha alma..
Alma que vaga nas densas e frias noites das praças.
(Cheila Lira)
Sem rumo...
Sem destino...
(Ètoile)
Alma vazia
Fria noite solitária
O luar preenche todo espaço.
(Cristiane Barbieri Rodella - São Carlos/SP)
E no silêncio da solidão,
o som de uma lágrima que cai lentamente
(Rheyka)
Oh! vento potente, passa por aqui
Olha meu coração, leva pra fora a tristeza
Acaba com a solidão.
(Luciana T. T.)
Apenas os sons me acompanham,
Grilos cantam sem parar.
(Anônimo)
Sons rasteiros, voadores
Ecos de cantos,vozes, uivos ferozes
Não causam mais tremores do que todas as minhas dores!
(Alexia)
Quisera eu ser um mestre e fazer deste gelido desterro
o despertar em brasa dos meus versos mornos...
(Ulisses Odisseus - Campinas/SP)
Núvens em chama
A noite desaparece no horizonte
Primeiro raio de sol.
(Rodrigo Siqueira - São Paulo/SP)
E o sol que me olha com vontade de acolher
Resiste a contemplar a natureza que brilha
(Heliosol - Itajubá/MG)
A lua ainda paira no céu - diz ao sol:
Adeus! Vou-me agora
para propiciar nova aurora!
(Rodolpho Ramirez - São Paulo-SP)
Nuvens acolhedoras
Vagueiam sem destino
(Roberta Minetto - São Paulo/SP)
E o sol logo responde:
Lance seus olhos no oceano,
lance sua alma no mar.
(Valéria Fernanda - SP/capital)
A imensidão do mar e da alma
não se distinguirão...
(Anônimo)
E esses olhos d'alem mar
Onde vejo meu rosto náufrago,
prosseguirão à deriva...
(Marcia Cardoso - Rio de Janeiro RJ)
No vai e vem das ondas, só.
Apenas o som do vento.
(Fátima Azevedo - São Paulo)
Tantas vezes quanto caiba
Tantas ondas mar adentro
que me sinto lá no fundo
(Reynaldo Fagundes - São Paulo)
E la no fundo do meu coração naufrago
existe um sonho do fim dos meus sonhos
(Jim Osborne - Brooklyn/NY, EUA)
Tão bem guardado, secreto
e tão profundamente infinito
faz o mar parecer pequeno
(Chris Lua - London/England)
No alto, uma gaivota planando.
Quanta imensidão...
(Fátima Azevedo - São Paulo/SP)
O cume solene da montanha
rasga em silêncio
o azul profundo daquele céu.
(Blo - Rio de Janeiro/RJ)
Gaivotas voando, mar em silêncio
contemplando apenas a beleza da manhã!
(anapaulabor/hotmail.com - Bayeux/PB)
Céu de outrora infinito, hoje cabe em minhas mãos.
Posso sonhar o que quiser.
A noite é companheira, o mar brinquedo de criança.
(José Hamilton Aguirre - Campinas/SP)
E o mar a contemplar tamanha beleza, mais perplexo fica,
quando em suas águas vibrantes, depara-se com o reflexo ao fim do dia
(Renata Pallone)
O sol lentamente aproxima-se do horizonte.
E carrega consigo toda luz do dia
para as profundezas do mar.
(Cristiane Barbieri Rodella - São Carlos/SP)
Esas profundidades de donde surge lo desconocido,
la magia, la noche, silencio...
(Adriana Rapolla - São Paulo/SP)
Estrelas saltitam tímidas
saudando a lua
que novamente reina soberana
(Vanessa - Brasilia/DF)
Fios de luz enrolam-se nas águas,
tecendo espumas de prata sobre o mar...
(Lise Veríssimo)
Brisa suave, no silêncio da noite
As ondas do mar batendo nas pedras
Ecoando ao longe o som do vento!
(Ana Paula - Bayeux/PB)
Gotas de orvalho nas folhas das árvores
antecipam o brilhante amanhecer...
(Luciana Siqueira - Santos/SP)
Vento forte nos coqueiros
Acabando aos poucos
com o silêncio da noite...
(Ana Paula - Bayeux/PB)
Montanha em silêncio
ouve o cantar da araponga...
(Mariemy Tokumu - Sao Paulo/SP)
Me sinto como
no outono
as folhas nas árvores....
(Pino Ulivi - Macae/RJ)
São levadas sem destino
aos mais diversos caminhos
(Vania Silva - Santos/SP)
Brisa que rouba meu calor
e aquece meu coração...
Palavras revoam...
(Luciana Sanchez - São João da Boa Vista/SP)
Nem vento... nem ventania
Reina por estes mares total e inquietante calmaria.
(Demian - Rio de Janeiro/RJ)
Ventos suaves
murmuram aos ouvidos
a voz da natureza
(Luis Carlos Sato - Arapongas/PR)
Folhas bailam ao canto maritmo
agitadas pelo sopro da mansa brisa...
(Fleuve-UFMG - BH/MG)
A gaivota abre suas asas
E plaina entre o mar e o céu.
Rubro entardecer do verão.
(Ezequiel - Blumenau/SC)
Flutua entre as brancas nuvens de algodão
aquecendo-se sob os raios dourados do sol.
(Soleil - MG)
E com ela, os meus olhos
seguem atentos
cada movimento do mar.
(Pedro Cardoso - Brasília-DF)
Num mergulho repentino entre as ondas
Recolhe o sustento da vida
(Alfredo Pinto - Rio de Janeiro/RJ)
Beija as águas douradas
E sai bailando no horizonte
Rumo ao infinito.
(Lourenca - Rio de Janeiro/RJ)
De repente do mergulho
Desaparece no infinito azul.
(Gisele Valladares - Taubaté/SP)
Percorre infinitos
Desenhando caprichos
Nos limites da amplidão
(Moacyr - Niterói/RJ)
Alçe vôo silencioso, meu anjo branco
Leve contigo minha dor.
(Márcia Lima Gomes - Brasília/DF)
Brisa trazendo alento
À alma que espera noite e estrelas
Para não se perder em tormento...
(Alexandra H - Rio de Janeiro/RJ)
Ondas cantam na praia
A infinita canção do vento
(The King - Olinda/PE)
O azul e o laranja
Confundem-se no crepúsculo
infinito céu...
(Fernando de Sá Leitão - Assu/RN)
Aquece o espelho das águas verdes,
que a mansa brisa acaricia.....
(Soleil - BH/MG)
Na areia começam a chegar
as sombras da noite
Deito-me sobre elas
(Natália Jesus - Munique, Alemanha)
A noite cai. Surge a primeira estrela.
O poeta as escuta em silêncio profundo...
(Ignácio Navarro - Brasilia/DF)
O ponto no horizonte apaga
Não se vê ondas,
anoiteceu.
(Carol Velho - Belo Horizonte/MG)
Neste mar de estrelas sou...
nem um grão de areia...
(Mumoncam - Sao Paulo/SP)
Tão bem guardado, secreto
e tão profundamente infinito
faz o mar parecer pequeno
(Chris Lua - London, England)
O mar dança a melodia do vento
as ondas obedecem seu intento
(Anderson Simões - Florianópolis/SC)
O mar embala,
o céu encanta.
A noite traz estrelas a sonhar...
(Linda Flor - BH/MG)
No mar verde azulado,
peixes ligeiros como fios de prata
(Carlos Zaconeta - Brasília/DF)
Brilhantes se espalham
no azul veludo da noite
tão belas estrelas...
(Koshitiro Tokutake (Luis) - São Paulo/SP)
As ondas do mar descansam
Sob o véu da lua cheia...
(Gus - Ituiutaba/MG)
Calmaria
O cheiro das águas
Passeio do vento.
(Michelle R. S.- São Paulo/SP)
Por entre rochas
Sutil lamento.
(Eduardo Palomin - São Paulo/SP)
Plenitude...
O mar embalado
Ao som do meu silêncio.
(Ricardo Nobre - Lisboa/Portugal)
Sob a branca espuma
O sonho náufrago.
(Thiago - Campinas/SP)
Desvenda
Raio de luar
A nudez das águas.
(Cassandra Consuvet - Juiz de Fora/MG)
Trazendo e levando
Murmúrios prateados
(Sonia P. de Souza - Rio de Janeiro/RJ)
Brisa mansa
Assuntos de vento
Rolam ao luar
(Luna - Minas Gerais)
Lua tocando sobre as flores
Fazem-me sonhar
(Rui Monteiro - Barreiro/Portugal)
Por traz das árvores
a lua tímida
começa nascer.
(Adalgisa - Rio de Janeiro/RJ)
As pétalas estremecem.
A flor clama pelo sol.
(Dra. Ana de Seixas - São Paulo)
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